quarta-feira, 17 de junho de 2009

Mais uma razão para ir a Bruxelas

Embora goste muito de viajar e já tenha andado um pouco pela Europa fora, ainda não fui a Bruxelas. Não calhou! É evidente que tenho anotados, no meu bloco de notas "Must see before I die!" alguns locais nessa cidade, como o Museu da Banda Desenhada, onde mora o Tintim da minha infância, ou a Grande Place, que alguns consideram a Praça mais bonita da Europa.
Mas agora tenho mais uma razão para ir a Bruxelas: abriu este mês de Junho de 2009 o Museu Magritte. Este grande pintor surrealista belga é um dos meus favoritos e o museu foi instalado na casa (pertinho da Grande Place!) onde trabalhou durante 24 anos. Enquanto não posso lá ir pessoalmente, aqui fica o filme de apresentação do Museu, numa pequena viagem guiada por... cachimbos, chapéus-de-chuva e chapéus de côco, logicamente.
Não posso deixar de sorrir ao lembrar-me das acesas discussões que alguns destes quadros suscitaram, neste ano lectivo, quando estava a trabalhar com os alunos do 9.º ano as novas correntes artísticas do século XX. "Ceci n'est pas une pipe"?
Não há dúvida: há mais um conjunto de razões para ir a Bruxelas!


7 comentários:

  1. Viva, Marta!

    E tem razão para lá querer ir, certamente. Também não conheço. Aliás, da Europa, conheço apenas a Itália, desde Milano, o Lago Digarda, Padova e Venecia, até à Sicília, tudo feito de pullman, boa parte da França, todo o Oeste e Noroeste, bem como o sudeste, desde Lyon até Marselha e às fronteiras espanhola e italiana, toda a Espanha, os países bálticos, de alto a baixo, Moscovo e S.Petersburg. Porque, de preferência, tenho andado por mais longe, tanto a Oeste como a Leste.

    No entanto, só espero que goste mais de Bruxelas do que eu gostei de Amsterdam, que me desiludiu muito.

    * * *

    Outro assunto:

    Posso dar-lhe uma dica?

    O vídeo do Museu Magritte está a desconfigurar-lhe o blog.
    Pode resolver facilmente o problema, sem prejudicar minimamente o visionamento do vídeo.

    Como? Terá que ir ao html do post e, onde estão referidas as medidas da aplicação, ou seja, width e height, reduza, em proporção, os valores que lá estão. Com isso reduzirá, claro, o tamanho do lay out da aplicação, mas bastará que quem accionar o vídeo o faça clicando duas vezes para que ele abra mais, no Youtube. Como sabe, pode até chegar ao fullscreen.

    Desculpe o atrevimento. Não resisti. É com boa intenção, mas... de bem intencionados consta haver por aí algo que que estará cheio... ;-)

    Abraço

    Ruben

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  2. Sem dúvida!Boas razões.Aproveite então!beijos,chica

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  3. Olá Chica
    Espero aproveitar, quem sabe?
    Bjs


    Caro vizinho Ruben
    Conhece apenas isso da Europa? Quem me dera, e acho que já viajei qualquer coisa!
    Quanto ao problema do tamanho do video, não tinha ainda reparado e agradeço as dicas. Eu não sou nada especialista nestas coisas.
    Perdoo-lhe se não me trocar o nome.
    Abraço
    Teresa

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  4. Viva, Teresa!

    Vim cá exactamente para corrigir a falta. Quando, na minha idade, se contacta mais do que uma pessoa e principalmente se são simpáticas, há a tendência para trocar tudo. Balhelhice or whatever!...

    Bem, resolvida que está a questão do video, falemos de outra coisa:

    Disse que conheço só aquilo da Europa, porque, sabe?, estou a aproveitar enquanto tenho forças, para visitar o mundo mais ao largo e deixando a Europa, mais pertinho, para depois, quando for de bengala ou de andarilho.

    Mas, não é caso para dizer isso que a Teresa disse. Com a sua idade, eu pouco mais conhecia do que Portugal de lés a lés, uma boa parte de Angola, onde vivi um ano e tal, todo o Moçambique, onde estive cerca de 16 anos, onde casei e me nasceu a primeira de três filhos, a Madeira, S. Tomè e Príncipe, metade da Espanha e... a rua onde morava.

    Depois de me aposentar, há 10 anos, portanto com quase 57, é que tenho andado por aí, todos os anos. E não tanto quanto gostaria, porque, enfim...

    Como vê, está muito a tempo.

    Uma dica indispensável: se puder, não falhe o Tibete e a Patagónia, com o Estreito de Magalhães. Principalmente o Tibete, onde a sua vida interior mudará por completo, porque a visão que do mundo e dos seres humanos tem sofrerá um abalo sísmico. Sim, lá no desértico planalto do Tibete, nos 1.000 e muitos km entre a fronteira do Nepal e Lhasa.

    Abraço, vizinha.

    Ruben

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  5. Oh comadre, parece que quando eu me propus para ir, os Eurodeputados já estavam todos escolhidos...

    Temos que lá ir.

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  6. Olá Ruben
    Pode crer que, se puder, não falho mesmo.É uma das minhas viagens de sonho. De resto, falou em dois locais que fazem parte do tal bloco "Must see before I die". Também acho que tenho tempo e, provavelmente, vou fazer como o Ruben e aproveitar a minha reforma para viajar. Haja saúde e dinheiro!

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