Só espero que os judeus façam uma parede igual a esta e com a mesma frase em Jerusalém, depois de apresentarem desculpas aos palestinianos pela maneira vergonhosa como os estão tratando há décadas.
Esta parede fica no Largo de São Domingos, onde os judeus sofreram a sua primeira grande chacina em Portugal, há quinhentos anos atrás. Assim é a História!
Eu sei que sou distraída, mas admito que só este ano me comecei a interrogar sobre a quantidade de sapos que se encontram à entrada dos mais variados estabelecimentos comerciais, desde pastelarias a supermercados, passando por lojas de moda. Já alguém reparou nisto? São sapos grandes ou pequenos, realistas ou caricaturados, de loiça, de papel, de metal, a variedade é tão grande como a imaginação humana. Confesso que de início só me interroguei sobre o bom gosto (ou a falta dele!) que presidia a certas escolhas decorativas. Mas achei que, para ser uma solução decorativa, se repetia vezes demais! Também podia ser uma mensagem relacionada com a crise, do estilo: “Agora vamos ter de engolir uns sapos!” Podia ter a ver com príncipes encantados, beijos e casamentos felizes para sempre!... Bem, acabei por perguntar a amigos e, afinal, a resposta era simples: era para afastar os ciganos! Uma simples pesquisa na internet permitiu-me perceber que os ciganos associam os sapos ao mal, ao infor...
Dizia Mário de Andrade: Quando temos uma bacia cheia de cerejas, comemos com displicência. Quando já temos poucas cerejas, até lhes roemos o caroço. Tenho dado comigo a pensar nesta frase e em como a bacia de cerejas se assemelha à nossa vida. Quando somos jovens, sentimos que temos toda a vida pela frente. Fazemos experiências e vivemos o dia-a-dia com displicência, temos a sensação de que podemos tudo e temos tempo para tudo. Se não for naquele momento, será noutro. Se daquela maneira não resultar, experimentamos outra. Depois, os anos passam. Começamos a perceber que já temos menos cerejas na bacia do que aquelas que já comemos. E passamos a apreciá-las melhor. Cada pormenor, cada sensação, cada dentada na cereja é importante. Sinto isto mesmo em relação à vida. Cada pequena coisa é valiosa. Uma palavra carinhosa, um gesto. Um chá com uma amiga, uma gargalhada, uma confidência. Um pôr-do-sol, um raio que espreita inesperadamente pelo meio de uma nuvem. A primeira ...
Quando tenho dúvidas na ortografia ou no significado de uma palavra, tenho o hábito de consultar online o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Eu e alguns outros milhares de portugueses. Com base nessas consultas, o site do Dicionário fez um levantamento das palavras mais pesquisadas pelos portugueses no ano que há dias terminou. Uma palavra por mês, a palavra mais procurada nesse mês... E o resultado é bem interessante. As palavras são as seguintes: Janeiro - Armão A urna com os restos mortais de Mário Soares foi transportada num armão militar durante o cortejo fúnebre. Fevereiro - Exoplaneta Uma equipa de astrónomos anunciou a descoberta de sete exoplanetas (fora do sistema solar). Março - Desfaçatez No debate quinzenal, o primeiro ministro acusa o seu antecessor de desfaçatez. Abril - Cartilha O Futebol Clube do Porto acusa o Benfica de fornecer uma cartilha aos comentadores desportivos. Maio - Preces Salvador Sobral pedia "ouve as minh...
Essa de dormir com a cabeça ao Sol...
ResponderEliminarUm beijo, TERESA.
Tenho pena que o indivíduo de óculos esteja a fixar a camera...
ResponderEliminarJoão, na verdade até tive medo que ele se zangasse com a fotografia... mas não se passou nada...
EliminarBeijinho.
Só espero que os judeus façam uma parede igual a esta e com a mesma frase em Jerusalém, depois de apresentarem desculpas aos palestinianos pela maneira vergonhosa como os estão tratando há décadas.
ResponderEliminarNem que seja daqui a quinhentos anos!!
Bons sonhos.
Mas tolerância não é o mesmo que aceitar todas as injustiças e preconceitos da vida, não é verdade? ;)
ResponderEliminarBeijinho, Teresa!
Um post tão curtinho, de tão poucas palavras, mas que diz tanto e que fica a pairar na cabeça muito tempo... Na minha, pelo menos, ficou...
ResponderEliminarOntem, uma grande parte do país, Lisboa incluída, mostrou que há coisas que não se toleram...
ResponderEliminarTambém já vi este mural...
ResponderEliminarE há coisas que não podemos tolerar, de facto!
Abraço
Esta parede fica no Largo de São Domingos, onde os judeus sofreram a sua primeira grande chacina em Portugal, há quinhentos anos atrás. Assim é a História!
ResponderEliminarIntolerável... assim como os muros que são referenciados aqui ( e outros que persistem igualmente).
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