Eu sei que sou distraída, mas admito que só este ano me comecei a interrogar sobre a quantidade de sapos que se encontram à entrada dos mais variados estabelecimentos comerciais, desde pastelarias a supermercados, passando por lojas de moda. Já alguém reparou nisto? São sapos grandes ou pequenos, realistas ou caricaturados, de loiça, de papel, de metal, a variedade é tão grande como a imaginação humana. Confesso que de início só me interroguei sobre o bom gosto (ou a falta dele!) que presidia a certas escolhas decorativas. Mas achei que, para ser uma solução decorativa, se repetia vezes demais! Também podia ser uma mensagem relacionada com a crise, do estilo: “Agora vamos ter de engolir uns sapos!” Podia ter a ver com príncipes encantados, beijos e casamentos felizes para sempre!... Bem, acabei por perguntar a amigos e, afinal, a resposta era simples: era para afastar os ciganos! Uma simples pesquisa na internet permitiu-me perceber que os ciganos associam os sapos ao mal, ao infor...
Também me delicio com a poesia dele (e prosa).
ResponderEliminarVivam os poetas. Viva a poesia!
Foi premiado com o 22º RAINHA SOFIA !
ResponderEliminarUm bj., Teresa.
Um prémio merecido.
ResponderEliminarDe regresso a casa e em visita aos vizinhos do blogobairro, quando entrei aqui pensei que me tinha enganado na porta! Gostei da remodelação.
ResponderEliminarO Nuno Júdice é bem merecedor do prémio.
Bom fds
Às vezes, é preciso lavar a cara... :)
EliminarObrigada e bom fds também.