segunda-feira, 28 de junho de 2010

Uma cadela chamada Vida

O meu penúltimo post era mesmo triste, amargo, desiludido. Gosto muito de animais e não consigo aceitar os maus tratos que alguns parecem achar naturais. São animais, pois são, isto é, são seres vivos que nos merecem respeito. Felizmente, há sempre outras histórias que nos aquecem o coração. Esta, foi-me enviada pela Sueli do Fenixando. A história é contada por uma das pessoas que organizava uma pequena Feira para adopção de cachorros abandonados, em Teresópolis. Foi também essa pessoa que tirou as fotografias.
O que aqui está é, no entanto, mais do que uma história; é uma lição de vida, de carinho e de cuidado com o outro. Mais uma vez, os animais dão-nos lições. Quando começamos a aprendê-las?
Deixo-vos com a história da cadela Vida, tal como ela me chegou. Perceberão facilmente porque lhe deram esse nome!


                                     

Ao chegarmos na Feirinha para organizarmos a Feira de Adoção, encontramos 12 filhotes abandonados: 8 com aproximadamente 40 dias, amontoados dentro de uma caixa e, pasmem, 4 com horas de nascidos.



                                  
Ficamos desnorteados, sem saber o que fazer.
   
Por termos ficado dois finais de semana sem realizarmos feiras por causa do mau tempo, estamos cheios de filhotes em hospedagens e bebês tão pequenos precisam mamar de duas em duas horas, inclusive à noite.
Foi quando, em dado momento, apareceu uma cadela de rua, CASTRADA e se aproximou dos bebes recem nascidos. Deitou perto da caixinha  e começou a tomar conta deles.


Não deixava mais ninguém se aproximar.


Com cuidado, colocamos os bebês perto dela
que começou a acariciá-los e tentar oferecer-lhes o seu leite, ainda inexistente.

Este é o verdadeiro sentido da maternidade.


Passadas algumas horas, com o leite aos poucos chegando, a mamãe já estava inteiramente integrada com seus novos filhos, os quais cuida como se os tivesse gerado.

   
Nós a batizamos de Vida.
Fica, então, a pergunta: Por que nem todos os humanos agem desta forma???



Boa Pergunta!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Longe de Lisboa

Lisboa é mesmo assim, ama-se com paixão, mesmo em língua castelhana.
Vale a pena ligar o som bem alto, e deixar-se conduzir com Pasión Vega pelas ruas e praças, subir ao castelo, olhar o rio... Sempre com a luz de Lisboa a inebriar-nos os sentidos.




(Peço desculpa, tinha-me enganado no video. Este é que vem com as imagens da cidade mais bonita do mundo)

terça-feira, 22 de junho de 2010

O que se passa com os cães que são encontrados no Santuário de Fátima?


O ESCÂNDALO DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA EM RELAÇÃO AO ABATE DE ANIMAIS É CONHECIDO DE MUITOS, MAS NINGUÉM AINDA CONSEGUIU PARAR ESTA CRUELDADE.

"As ordens partem da Reitoria do Santuário, para que todos os cães que aparecem por Fátima, quer sejam adultos ou cachorros, quer tenham donos ou não, são capturados pelos seguranças e colocados na caixa que apresentamos em foto.
Esta caixa está mesmo nas traseiras do santuário, no local das oficinas. Ali ficam os cães durante algumas semanas, ao frio e à chuva de Inverno, à chapa do sol, no Verão. Sem direito a comida ou água, num espaço mínimo onde a maioria nem se consegue colocar de pé…
Existem alguns seguranças que não levam os cães capturados para este local, conseguem levar alguns para casa e adoptam-nos ou arranjam donos entre os seus vizinhos ou colegas de trabalho. Boa gente esta que sofre em ver os animais assim tratados, mas que se sente impotente com a ameaça de perderem os seus empregos.
Mas existem também dois seguranças, que violentam cruelmente os cães, com foices de podar oliveiras, dando com elas nas pernas dos cães que ficam em carne viva, a sangrar e com grandes cortes extremamente dolorosos e muitas vezes as pernas partidas. Esses cães são posteriormente levados, para esta caixa, permanecendo até que a carrinha da Câmara de Ourem tenha tempo para os vir buscar. Lá, são colocados, já muito debilitados, para abate, e são-no todos num prazo de poucos dias.
Quem nos informou, disse-nos também, que os cães que lá estão, vivem os poucos dias que lhes resta em condições extremamente miseráveis.
A Câmara Municipal de Ourém tem prometida (há demasiado tempo) a construção de um canil para recolher animais abandonados e o não abate de animais, mas como não existe interesse da Câmara nem pressão suficiente pela parte de quem abomina esta situação, para a construção do dito canil de protecção de animais perto de Fátima, vai adiando e esquecendo esta promessa e vai gastando a verba que já tinha disponível para esta construção em outras obras que lhes dão mais votos aquando das autárquicas.
A FAA soube também que existe um engenheiro que reporta directamente à reitoria do santuário, que deixa veneno (de acção ultra rápida) para matar alguns cães mais difíceis de apanhar...
Não conseguimos ter acesso ao seu nome, mas sabemos que existe apenas um engenheiro com funções ligadas à área verde que circunda o santuário.Mais grave a situação se torna de algum tempo para cá, que os cães depois de serem colocados na caixa, desaparecem antes que a carrinha da Câmara os venha buscar, ou tenha conhecimento que eles lá estão. Pensamos que são abatidos por alguns trabalhadores do santuário, porque os cães ladram á noite e podem incomodar os turistas, ou podem levantar suspeitas de maus tratos contra os animais perpetrados num local “sagrado”.Não sabemos quantos animais foram mortos com a chegada do 13 de Maio e com a vinda do actual representante da Igreja Católica a Fátima, mas acreditamos que quem lá for, não vê nenhum cão, porque as ruas foram limpas, tal como é sempre feito com uma regularidade impressionante.
Esta é uma situação abominável, pela parte de quem se diz representante de Deus, não é compreensível tamanha crueldade num espaço que querem fazer sagrado e que eles próprios profanam e o sujam de morte e sangue. Deixamos aqui o contacto do Santuário, para quem quiser mostrar a sua indignação perante esta monstruosa atitude."

Peçam para encaminhar a vossa chamada para a reitoria:
249 539 600
Deixamos também os contactos de email: 
http://www.santuario-fatima.pt/portal/index.php?id=2891

Encontrei este texto num blogue que sigo e prezo bastante, o Só te peço 5 minutos. Ainda por cima, cita a fonte, pelo que qualquer pessoa a poderá confirmar. E divulgo esta notícia na esperança de que se venha a descobrir que não é verdadeira. Porque me custa a acreditar que tal atitude, bárbara e insensível, seja mesmo verdadeira. Já não se admite vinda de uma pessoa comum, mas de uma instituição pertencente à Igreja Católica, ainda me parece mais inacreditável. Não era S. Francisco de Assis que tratava os animais como irmãos? Espero que se venha a descobrir que não é verdade! Ou então que a Igreja se encha de tamanha vergonha que ponha cobro a esta situação, o mais rapidamente possível! Porque o espírito cristão não é só para pregar do púlpito!

domingo, 20 de junho de 2010

Modesta homenagem a Saramago

Era um homem de convicções fortes e gostava de polémicas. Podiamos não estar de acordo com ele, podiamos achar que, por vezes, raiava os limites da inconveniência. Podiamos entrar no jogo e perder tempo a discutir pormenores das suas opiniões, sobre a Bíblia, ou a união de Portugal com Espanha, ou qualquer outro assunto. Ou podiamos simplesmente abrir um livro e deixarmo-nos conduzir pela sua escrita, original e inebriante. Eu sempre optei pela segunda opção. Amei a escrita de Saramago desde as suas primeiras obras, que conheci durante os anos 80: "Levantado do Chão", "O ano da morte de Ricardo Reis", "A história do Cerco de Lisboa", "As intermitências da morte", são livros que guardo no coração, e que gosto ainda de reler. Há quem goste e refira outros, mais conhecidos. Há quem fale bem ou mal, sem nunca lhe ter lido uma linha. 

"Quer que chame um táxi para a levar ao hotel, e a mulher respondeu, Não, ficarei contigo, e ofereceu-lhe a boca. Entraram no quarto, despiram-se e o que estava escrito que aconteceria, aconteceu enfim, e outra vez, e outra ainda. Ele adormeceu, ela não. Então ela, a morte, levantou-se, abriu a bolsa que tinha deixado na sala e retirou a carta cor de violeta. Olhou em redor como se estivesse à procura de um lugar onde a pudesse deixar, sobre o piano, matida entre as cordas do violoncelo, ou então no próprio quarto, debaixo da almofada em que a cabeça do homem descansava. Não o fez. Saiu para a cozinha, acendeu um fósforo, um fósforo humilde, ela que poderia desfazer o fósforo com o olhar, reduzi-lo a uma impalpável poeira, ela que poderia pegar-lhe fogo só com o contacto dos dedos, e era um simples fósforo, o fósforo comum, o fósforo de todos os dias, que fazia arder a carta da morte, essa que só a morte podia destruir. Não ficaram cinzas. A morte voltou para a cama, abraçou-se ao homem e, sem compreender o que lhe estava a suceder, ela que nunca dormia. sentiu que o sono lhe fazia descair suavemente as pálpebras. No dia seguinte ninguém morreu.
                         (José Saramago, As Intermitências da Morte)

Na sexta-feira, José Saramago morreu. Hoje, foi cremado, no meio das homenagens nacionais. Não perco tempo com questiúnculas menores, como por exemplo, quem deveria ou não estar presente no seu funeral. O que me interessa, é o que dele fica: uma obra ímpar, que nos orgulha a todos.
José Saramago era ateu, não acreditava no Céu ou no Inferno. Por isso, desejo apenas que as suas cinzas descansem em paz.




sexta-feira, 18 de junho de 2010

Sabe o que é sexo ocasional?




Ora aqui um está um video bem engraçado, que nos faz também reflectir sobre as figuras tristes que fazemos quando fingimos que percebemos de um assunto e afinal... não!

Esta situação fez-me recordar uma história, também engraçada, que se passou numa turma minha há alguns anos. Era uma turma considerada difícil, composta por alunos mais velhos e em risco de abandono escolar. Eu leccionava uma disciplina chamada Cidadania e Mundo Actual e, no âmbito do tema da Saúde e Sexualidade, combinei com uma enfermeira do Centro de Saúde vir à aula falar aos alunos sobre Sexualidade e Doenças Sexualmente Transmissíveis. Como profissional que era, a enfermeira começou a aula definindo alguns conceitos que os alunos podiam desconhecer, como heterossexual.
Um grupinho de alunos chegou atrasado à aula, entre os quais o S. que se considerava um grande machão e conquistador. Por piada, um colega atirou-lhe a pergunta: "S., tu és heterossexual?" ao que ele respondeu aflito, a levantar as mãos ao céu: "Eu não, graças a Deus!" Foi gargalhada geral na aula e até o S. esboçou um sorriso amarelo, quando lhe explicaram o significado da palavra que tão mal o fizera reagir.
Assim acontece quando falamos do que não sabemos!







Esta é uma entrevista fictícia que foi realizada por humoristas angolanos. Um tipo de "Gato Fedorento" de Angola.
A série chama-se "Fora de Série"
O entrevistador pergunta aos cidadãos o que é sexo ocasional!
Respostas surpreendentes!

Bom fim de semana e divirtam-se!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Passagens


 Faça um post com o Tema preferido do seu Blog. Se é poesia, pintura, literaratura, fotografia... dê o seu melhor. Faça aquele post especial que sempre quis fazer. Um post para a Bloggincana.


Este foi o mote para a tarefa da BlogGincana deste mês. Em vez de fazer um post, resolvi fazer uma republicação de um post antigo, que me parece espelhar bem o que é o meu Blog: um espaço onde faço livremente as minhas reflexões sobre o mundo à minha volta; um espaço onde escrevo com o coração.

PONTES

Gosto de pontes!
Altas e arrojadas, ou baixas, sólidas e fiáveis, são sempre momentos de mudança, pontos de passagem para outras margens...
Às vezes, limitamo-nos a olhá-las de longe, sem nunca iniciarmos a travessia.
Às vezes, são miragens.
Às vezes, atravessamo-las e conquistamos a outra margem.


Hoje, Lisboa está envolta numa ligeira neblina e a Ponte Vasco da Gama parece dirigir-se para o infinito, ou para lugar nenhum.
E os homens que apanham berbigão na imensa planura lamacenta que o estuário deixa a descoberto na maré baixa, parecem náufragos que regressam a terra firme.
Só as gaivotas parecem saber para onde vão.


segunda-feira, 14 de junho de 2010

Turismo em Portugal

E pronto, lá acabaram as mini mini-férias, com um acréscimo de trabalho que ficou acumulado à espera do meu regresso.


Não foi para obedecer às directrizes do nosso Presidente da República, mas estes dias de descanso foram passados em Portugal. Temos um país fantástico, com um clima privilegiado e paisagens de sonho e sempre gostei de vaguear por aí. 


Passei estes dias num sítio muito bonito e ainda preservado da massificação turística. Não vou já dizer onde estive, vou colocar aqui algumas fotografias e deixar o desafio: quem consegue identificar o local? Não é difícil, quem por lá andou por certo não esqueceu. 


Dou um doce a quem adivinhar onde foram tiradas estas fotografias.

(Fotografias de FAires)

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Não te rendas!

Quantos são corajosos e encaram a vida de frente, olhos nos olhos?
Quantos são preguiçosos, quantos desistem? Quantos são comodistas, ou simplesmente acomodados?

Não te rendas


Não te rendas, ainda estás a tempo

De alcançar e começar de novo,

Aceitar as tuas sombras,

Enterrar os teus medos,

Libertar o lastro,

Retomar o voo.

Não te rendas que a vida é isso,

Continuar a viagem

Perseguir os teus sonhos,

Destravar o tempo,

Remover os escombros,

e destapar o céu.

Não te rendas, por favor não cedas,

Mesmo que o frio queime,

Mesmo que o medo morda,

Mesmo que o sol se esconda,

E se cale o vento,

Ainda há fogo na tua alma

Ainda há vida nos teus sonhos.

Porque a vida é tua e teu também o desejo

Porque o quiseste e porque eu te quero

Porque existe o vinho e o amor, é certo.

Porque não há feridas que não cure o tempo.

Abrir as portas,

Tirar os ferrolhos,

Abandonar as muralhas que te protegeram,

Viver a vida e aceitar o repto,

Recuperar o riso,

Ensaiar um canto,

Baixar a guarda e estender as mãos

Abrir as asas

E tentar de novo,

Celebrar a vida e retomar os céus.

Não te rendas, por favor não cedas,

Mesmo que o frio queime,

Mesmo que o medo morda,

Mesmo que o sol se ponha e se cale o vento,

Ainda há fogo na tua alma,

Ainda há vida nos teus sonhos

Porque cada dia é um começo novo,

Porque esta é a hora e o melhor momento.

Porque não estás só, porque eu te amo.


MARIO BENEDETTI traduzido por Inês Pedrosa


Porque vou tirar umas mini, mini-férias de três dias, esta é a minha forma de desejar a todos um bom fim de semana.
(Tenho tido problemas com a ligação à Internet. A todos os que estranharam a minha ausência, obrigada!)

domingo, 6 de junho de 2010

Mar


Gosto do mar.
O mar tem sobre mim um efeito tranquilizador, dormente, quase hipnótico. O mar bate nas pedras, rodopia, atira-se sobre a areia, sempre igual e sempre diferente. Sou capaz de ficar a olhá-lo e a ouvi-lo tempos sem fim. Como se tivesse um segredo sempre novo para me contar. Como se me cantasse uma melodia, sempre diferente, embora composta sempre com as mesmas notas. Sempre... Sempre...


O mar junto ao Cabo Raso, em Cascais (Fotografias de FAires)

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Postal de Lisboa XV - Os Jardins da Gulbenkian




Corria o ano de 1942. A Segunda Guerra Mundial cobria toda a Europa de destruição e de morte. Toda? Não, num canto da Europa, esquecido do mundo, orgulhosamente só, um pequeno país mantinha-se fora do conflito – Portugal. Negociando com uns e com outros, acolhendo espiões e refugiados, racionando os bens essenciais, vendendo volfrâmio aos beligerantes, controlando a informação; mas em paz. 
Calouste Sarkis Gulbenkian era um arménio rico, industrial, possuidor de poços de petróleo e de uma imensa colecção de arte. Aqui, encontrou refúgio para si próprio e para a sua colecção. Quando a guerra acabou, criou uma fundação para gerir as peças de arte que considerava como suas filhas, com uma parte dos lucros dos seus poços de petróleo. E a Fundação criou, no centro de Lisboa, no antigo Parque de Santa Gertrudes, um oásis de cultura e tranquilidade. 


É um dos meus espaços preferidos, em Lisboa. O imenso jardim, de vegetação luxuriante, é fresco e acolhedor, mesmo nos dias mais quentes do ano. As peças de escultura espalham-se entre as veredas e os relvados. No grande lago central, os patos há muito que se habituaram à presença das pessoas. O edifício principal alberga a sede da Fundação e o corpo mais significativo da colecção de arte de Calouste Gulbenkian, que abrange vários períodos, da arte oriental ao Egipto antigo, da pintura europeia à joalharia. Passei muitos dias na biblioteca da Fundação, quando precisava de fazer trabalhos de História de Arte. 


Num edifício mais recente, o Centro de Arte Moderna, moram alguns dos quadros dos meus pintores predilectos, como Almada Negreiros e Amadeu Souza-Cardoso. Ali vi e me fascinei, pela primeira vez, com algumas das suas obras. 
Há sempre exposições interessantes, concertos, espectáculos variados que vão do jazz ao ballet clássico. A Fundação patrocina as artes e as ciências, concede Bolsas a jovens investigadores, promove a cultura. 


No entanto, eu continuo a achar que a alma de todo o espaço está nos jardins. Ali, nada foi feito ao acaso, e todo o conjunto, edifícios e jardins circundantes, foi concebido para se integrarem harmoniosamente. 
Há sempre muita gente nos jardins. Uns lêem, outros desenham, outros passeiam carrinhos de bebé. Há avós com netos. Mas, principalmente, há muitos jovens, nos banquinhos de pedra, nos relvados. Quando eu tinha a idade deles, vinha muitas vezes estudar para aqui. No caminho, comprava um saquinho com cerejas, ou um cartuxo de castanhas, conforme a época do ano, e deitava-me na relva, a comer e a estudar. Às vezes, a namorar. 
Pelo que vejo, continua a ser bom namorar nos jardins da Gulbenkian.



(Fotografias de Teresa Ferreira)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ainda o Dia Mundial da Criança

Celebrou-se ontem o Dia Mundial da Criança. Como sempre, lembramos as crianças que precisam de coisas básicas, enquanto enchemos as nossas crianças de coisas supérfluas. E porque a educação também é um bem essencial e começa em casa, eu aproveito para desejar a todas as crianças... uns pais responsáveis. Mais importante do que o dinheiro que se tem, é o amor que se dá. E a confiança. E a responsabilidade. E o tempo. E as brincadeiras. E as confidências. E os valores.
Encontrei no ProfBlog estas dez dicas, que são também dez desejos para o Dia Mundial da Criança:


#Pais que tenham tempo para os filhos
#Pais que coloquem o bem-estar dos filhos acima do bem-estar deles
#Pais que não abandonem os filhos
#Pais que não digam mal dos professores à frente dos filhos
#Pais que colaborem com os professores na educação dos filhos
#Pais que não abusem dos filhos
#Pais que sejam firmes, corajosos e responsáveis
#Pais que amem os filhos
#Pais que criem ambientes onde reina a firmeza, a disciplina, o respeito e a responsabilidade
#Pais que aceitem os filhos com os dons e as limitações que Deus lhes deu.
Todos os dias devem ser Dias das Crianças.