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Bolas de Berlim

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No meu post anterior, fizeram grande sucesso as bolas de Berlim! Nada que me tenha surpreendido, porque são verdadeiramente deliciosas, e marcam a banda sonora das nossas praias e, portanto, do nosso verão. No entanto, há pessoas que não sabem o que são bolas de Berlim. Pensando especialmente na Chica e na Lis, vou tentar explicar. A bola de berlim ou sonho é um bolo tradicional semelhante à Berliner alemã. Ao contrário desta, normalmente recheada com doces vermelhos (morango, framboesa, etc.), é recheada com um doce amarelo chamado creme pasteleiro. O recheio é colocado através de um golpe lateral, sendo sempre visível. As bolas de Berlim são fritas e polvilhadas com açúcar, antes de serem recheadas com o creme pasteleiro. As suas congéneres alemãs têm um diâmetro um pouco menor e são normalmente polvilhadas com açúcar mais fino. Em Portugal, criou-se o hábito de vender bolas de Berlim nas praias, do norte ao sul, das praias mais famosas às mais esquecidas. Toda a gente aprecia ...

Acabaram as férias!

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Após dois meses de ausência, e tal como prometi, aqui estou de novo a rabiscar algumas palavras e a partilhar com todos os que me lêem impressões e sensações que, por alguma razão, me tocaram. Quero começar por agradecer a todos os que me foram continuando a visitar. Muitos deixaram, tanto nos comentários do blogue como no e-mail, mensagens carinhosas que me incentivaram a voltar. A todos agradeço do fundo do coração.   Entretanto, o Verão passou. Foi um Verão marcado pela amizade: revi velhos amigos, fiz novos, fortaleci laços com os amigos de sempre. E, mais uma vez, concluí que a amizade é uma das pedras que nos sustém, nos nossos caminhos por vezes atribulados. Mas, Verão é Verão. E quando acaba, e olho para trás, tenho de recordar com nostalgia algumas coisas que podem parecer frívolas e superficiais mas, ao fim e ao cabo, constroem as férias: - A praia! Já não me lembro de um ano com uma água tão magnífica, mesmo no Algarve. - As caipirinhas! Ai que bem sabem, numa esplanada,...

Amigos

Hoje, recebi uma demonstração de afecto num blogue que costumo seguir, o Só te peço 5 minutos . Fico sempre comovida, porque a blogosfera é um mundo de que se diz o melhor e o pior, mas eu, por sorte certamente, só tenho recebido o melhor. Para mim, tornou-se uma comunidade de pessoas que se ouvem, se respeitam e se estimam, como disse nesse blogue. São importantes para mim. Infelizmente, não tenho podido dedicar a essas pessoas e ao blogue o tempo que merecem. O trabalho acumulou-se, neste final do ano lectivo. Juntou-se-lhe o cansaço e a inércia. E o blogue foi ficando para trás. Não esquecido, mas suspenso.  Prometo voltar, depois das férias, com o corpo renovado e a mente limpa. Até lá, obrigada a todos os amigos que me acompanharam. Se precisarem de alguma coisa, eu continuo por aqui, é só enviarem-me uma mensagem. And I'll be here, you've got a friend.

Festival de Papagaios

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Durante o último fim de semana, voaram nos céus da Praia dos Moinhos, em Alcochete, centenas de Papagaios.  Vieram dos quatro cantos do mundo, da Itália à Suécia, da China à Malásia, para colorir o céu, fazer acrobacias e voos sincronizados, animar os espectáculos musicais. Foi o 9.º Festival Internacional de Papagaios. Como é costume, foi um espectáculo de cor e perícia. Quem não esteve em Alcochete este fim de semana, não sabe o que perdeu! Eu prometo que, da próxima vez, aviso com antecedência. Deixo aqui apenas algumas imagens, para abrir o apetite! (Fotografias de FAires)

Em memória dos Slows

Finalmente, aderi ao Facebook. Depois de muita resistência, e de muitos meses a recusar os convites, lá cedi. Na verdade, fui levada por um colega que estava a organizar um encontro de antigos alunos do meu liceu e até tem sido divertido reencontrar gente que já não via há tanto tempo. Para quem gosta de escrever, como eu, o Facebook não se compara com um Blogue, que dá outra profundidade de análise e tem outro impacto. Mas é engraçado e muito interactivo. Uma das coisas que descobri foram os Grupos. Há grupos para tudo e mais alguma coisa. Um dos primeiros que descobri, chamava-se Em Memória dos Slows das Festas de Garagem,  agora com um sucedâneo chamado Mania dos Slows. Os aderentes ao grupo vão colocando online músicas antigas, que nos levam até aos tempos, recuados, das chamadas festas de garagem. Recordo-me bem desses tempos da minha juventude. Havia sempre algum amigo que tinha uma garagem, ou um armazém, ou mesmo uma sala suficientemente espaçosa. Os amigos juntavam-se, tra...

Uma cadela chamada Vida

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O meu penúltimo post era mesmo triste, amargo, desiludido. Gosto muito de animais e  não consigo aceitar os maus tratos que alguns parecem achar naturais. São animais, pois  são, isto é, são seres vivos que nos merecem respeito. Felizmente, há sempre outras histórias  que nos aquecem o coração. Esta, foi-me enviada pela Sueli do Fenixando. A história é  contada por uma das pessoas que organizava uma pequena Feira para adopção de cachorros  abandonados, em Teresópolis. Foi também essa pessoa que tirou as fotografias. O que aqui está é, no entanto, mais do que uma história; é uma lição de vida, de carinho e de  cuidado com o outro. Mais uma vez, os animais dão-nos lições. Quando começamos a  aprendê-las? Deixo-vos com a história da cadela Vida, tal como ela me chegou. Perceberão facilmente porque  lhe deram esse nome!                                     ...

Longe de Lisboa

Lisboa é mesmo assim, ama-se com paixão, mesmo em língua castelhana. Vale a pena ligar o som bem alto, e deixar-se conduzir com Pasión Vega pelas ruas e praças, subir ao castelo, olhar o rio... Sempre com a luz de Lisboa a inebriar-nos os sentidos. (Peço desculpa, tinha-me enganado no video. Este é que vem com as imagens da cidade mais bonita do mundo)