Vik Muniz é um artista plástico brasileiro, nascido em S. Paulo em 1961, e tem neste momento uma exposição retrospetiva no Museu Berardo, em Lisboa. Aproveitando os tempinhos livres no meio de uma formação, durante este fim de semana, fui lá espreitar e admito que fiquei fascinada. Tinham-me dito que Vik era um fotógrafo e um artista talentoso. Mas ele é muito mais do que um fotógrafo, porque o que é fascinante é o trabalho extraordinário que está por trás de cada imagem. Ele aproveita os materiais mais díspares e inesperados, de diamantes e caviar a açúcar, arame, brinquedos, desperdícios informáticos, até lixo. É com esses materiais que ele compõe as suas imagens realistas e fantásticas ao mesmo tempo. Vale mesmo a pena dar um salto até ao Centro Cultural de Belém, passear um pouco por aquele espaço tão agradável, e ver esta exposição que, devido ao seu sucesso, vai estar patente até ao início de março. A entrada é livre e o agrado é garantido.
Depois da visita à exposição, aconselho uma breve caminhada até à Fábrica dos Pastéis de Belém, um ícone de Lisboa e da pastelaria nacional, ultimamente tão falados! Um café e um pastel de Belém ficam por 1,80 €. Uma boa sugestão anti-crise, para aproveitar durante este mês de fevereiro.
(Auto-retrato)
Nota Retificativa: Com muito pesar tenho de retificar a informação que aqui deixei. Esta exposição apenas esteve patente até ao final deste mês de Janeiro. A exposição que teve o seu tempo alargado até ao início de março é a "Arte da Guerra", também no CCB e também muito interessante. Consta de uma enorme coleção de cartazes do tempo da 2.ª Guerra Mundial, dirigidos à população civil dos diversos países participantes. Se houvesse um lema comum a todos eles seria "A Guerra começa a ser ganha em casa".
Pela incorreção divulgada, peço as maiores desculpas.
Nota Retificativa: Com muito pesar tenho de retificar a informação que aqui deixei. Esta exposição apenas esteve patente até ao final deste mês de Janeiro. A exposição que teve o seu tempo alargado até ao início de março é a "Arte da Guerra", também no CCB e também muito interessante. Consta de uma enorme coleção de cartazes do tempo da 2.ª Guerra Mundial, dirigidos à população civil dos diversos países participantes. Se houvesse um lema comum a todos eles seria "A Guerra começa a ser ganha em casa".
Pela incorreção divulgada, peço as maiores desculpas.



